domingo, 19 de julho de 2009

Ter ou nao ter diploma, eis a questão


A vinheta do Jornal da Globo foi motivo de perplexidade na noite de ontem ( 17 de junho). Estava me preparando pra dormir quando os repórteres Willian Waack e Cristiane Pelagio noticiaram que o STF (Superior Tribunal Federal) tinha derrubado a obrigatoriedade do diploma de jornalista no exercício da função.
Em primeira instância pensei ajoelhar-me rapidamente e pedir, com todas as minhas forças, a Deus que tal notícia fosse apenas uma confusão feita pelos apresentadores. Fechei os olhos e esperei Willian dizer “perdão, erramos na transmissão desta informação”, mas foi em vão. Tentei, por um instante, até seguir o exemplo daqueles solipsistas citados pelo professor de filosofia numa de suas aulas, porém a realidade era dura, seca e incontestável. Dormi pensando no meu futuro jornalístico e por incrível que pareça, talvez até por ironia do destino, tive pesadelos naquela noite.
No dia seguinte achei que estava sendo dramático demais, pois ainda tinha pouquíssimo conhecimento sobre o assunto. Ao chegar à universidade conversei com alguns colegas e professores. Discutimos os benefícios e os malefícios que tal liminar poderá trazer para a classe jornalística. Realmente todos os cidadãos têm direito à liberdade de expressão, mas a função do jornalismo é arquitetar tal liberdade e passar a informação da maneira mais inteligível para a sociedade. Os profissionais de comunicação, por serem formadores de opiniões, devem estar devidamente preparados e capacitados para tal função. Por mais que se tenha uma vocação jornalística, a preparação sólida e consistente que a universidade oferece ainda é bastante necessária. Outro fator importante é o do aumento da manipulação dos grandes capitalistas perante o mercado jornalístico, pois a oferta de profissionais será ainda maior.
Espero que não vejamos na TV mais falastrões que ganham o dinheiro do povo pobre. E torço para que esta nova lei traga melhoras para o sistema de comunicação mundial, com uma orientação mais adequada e uma impessoalidade mais acentuada. Torço também para sofrer com tamanha perplexidade novamente, apenas no nascimento do meu primogênito.


JOÃO LUCAS FAGUNDES

domingo, 28 de junho de 2009

Sempre Michael


Após uma lamentável parada cardíaca o Rei do Pop deixou saudades pelos quatro cantos do mundo na última quinta-feira (25 de junho). Mesmo não sabendo lhe dar tão bem com a fama, o cantor e compositor encatava o seu enorme público com suas danças inigualáveis, sua bela e forte voz e também com a sua magnífica interpretação facial. A desilusão dos inúmeros fãs que aguardavam a tournée de 50 shows em Londre foi incomensurável e as homenagens dos mesmos a um dos maiores - se não o maior- ícone da música pop mundial foram emocionantes. Resta-nos agradecer pelo legado, tanto musical quanto vital, deixado por Michael Jackson e nos conformarmos com a enorme perda que a população sofreu. No entanto, um verdadeiro artista nunca morre, fica sempre na lembrança de todos os seus admiradores. Certamente o Rei do Pop - onde estiver - estará alegrando multidões.

sábado, 13 de junho de 2009

O homem com a flor na boca


O texto de Luigi Pirandello (dramaturgo, romancista italiano) conta a história de um homem que passa a dar mais atenção às pequenas coisas que estão ao seu redor logo após descobrir ser portador de um câncer na boca. O cenário simples –porém bastante significativo -, o som das cigarras, uma luz com tom melancólico e o maravilhoso trabalho facial e corporal -este último com menos intensidade, pois a própria temática dificulta – do ator Frank Magalhães envolvem o público com a grande carga dramática que o espetáculo possui. Tal envolvimento é aguçado quando há a quebra da quarta parede. Ao final da peça um diálogo entre os espectadores e o ator abrilhantou ainda mais o evento. Parabenizo ao ator Frank Magalhães e a toda a equipe de produção pelo empenho e pelo talento de ambos. Vale à pena conferir O homem com a flor na boca.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Juventude e a política

É notavel, atualmente, que a grande maioria dos jovens não se interessam pela política. A juventude dos anos 60 e 80 tinham uma participação marcante no futuro político do Brasil e essa característica foi perdida no decorrer do tempo. O que é necessário fazer para que os jovens voltem a ter uma postura mais presente no congresso brasileiro?

sábado, 2 de maio de 2009

Juventude e o Teatro

Muitos jovens estão desvalorizando a cultura brasileira sobrepondo culturas supérfluas. Com o teatro não é diferente. Então gostaria de saber o parecer de vocês sobre o que é necessário fazer para atrair a juventude para o teatro! Desde já agradeço a todos os comentários e espero que gostem das postagens....